Terça-feira, Maio 27, 2003
O CLIPE DE BEM-VINDO AO CLUBE ESTRÉIA HOJE NO RIFF MTV
na madrugada de terça para quarta, la pelas 2:30 da manha, nosso clipe estreia no RIFF MTV. Quem puder assitir assista, quem nao puder grave e CONTINUE pedindo o clipe. Seu voto pode nos ajudar numa futura indicação para a categoria demo-clipe do VMB 2003!
é só clicar: mtv.responde@mtv.brasil.com.br
na madrugada de terça para quarta, la pelas 2:30 da manha, nosso clipe estreia no RIFF MTV. Quem puder assitir assista, quem nao puder grave e CONTINUE pedindo o clipe. Seu voto pode nos ajudar numa futura indicação para a categoria demo-clipe do VMB 2003!
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Quinta-feira, Maio 22, 2003
Novidades bem legais sobre o clipe de "Bem-vindo ao clube" muito em breve, fiquem ligados...
Segunda-feira, Maio 12, 2003
Aloha!
Mais uma viagem, mais um show inesquecível. Desta vez foi em Sampa...!
Pra mim, nossa apresentação na Funhouse foi de lavar a alma. Um show divertido, agitado, daqueles que ao se recordar dá uma saudade imensa, e vontade de ir e fazer tudo de novo. E pra que tenha dado tão certo como deu, várias colaborações de tudo quanto é lado:
- Antes de mais nada, o apoio sensacional do nosso amigo Marcelo Moura, praticamente um "braço" da banda na capital paulista. O cara divulgou o show, nos guiou pela cidade com seus mapas, nos deu abrigo no seu tremendamente confortável apê no Campo Belo e até ajudou no transporte dos equipamentos e na montagem da bateria - enfim, desde sempre um Netuno honorável;
- A paciência, carinho e atenção dos amigos da Funhouse: Fábio, Alaor, Simiano, André, Lima, DJs, galera do bar, todo mundo MESMO! A equipe fez a gente se sentir muito a vontade e o resultado não poderia ser outro (bom que se diga: já queremos voltar!);
- A ótima presença da tropa do quartel-general dos fãs e amigos do Netunos em Sampa - FreakFe, Ana Laura, Mariane, Clarisse (essa é da Turma da Praia e daqui do Rio mesmo, mas vale a citação por pego a estrada pra ir ver a gente em Sampa!) e a sempre atuante Mary, querida presidente do nosso fã-clube Ondas Netúnicas...aliás, aguardem em breve no site as fotos do show tiradas por ela, FreakFe e o supracitado Marcelo;
- A receptividade do público paulistano que nos acolheu bem pacas e acabou surfando com a gente na onda da surf music, espantando o frio que assolava a cidade naquela noite...
Enfim, por essas e muitas outras é que queremos voltar ONTEM pra São Paulo e tocar mais vezes na Funhouse e nas outras casas da capital paulista! Esperamos ver todos aí em breve...
abraços,
Carlos Alexandre//
Mais uma viagem, mais um show inesquecível. Desta vez foi em Sampa...!
Pra mim, nossa apresentação na Funhouse foi de lavar a alma. Um show divertido, agitado, daqueles que ao se recordar dá uma saudade imensa, e vontade de ir e fazer tudo de novo. E pra que tenha dado tão certo como deu, várias colaborações de tudo quanto é lado:
- Antes de mais nada, o apoio sensacional do nosso amigo Marcelo Moura, praticamente um "braço" da banda na capital paulista. O cara divulgou o show, nos guiou pela cidade com seus mapas, nos deu abrigo no seu tremendamente confortável apê no Campo Belo e até ajudou no transporte dos equipamentos e na montagem da bateria - enfim, desde sempre um Netuno honorável;
- A paciência, carinho e atenção dos amigos da Funhouse: Fábio, Alaor, Simiano, André, Lima, DJs, galera do bar, todo mundo MESMO! A equipe fez a gente se sentir muito a vontade e o resultado não poderia ser outro (bom que se diga: já queremos voltar!);
- A ótima presença da tropa do quartel-general dos fãs e amigos do Netunos em Sampa - FreakFe, Ana Laura, Mariane, Clarisse (essa é da Turma da Praia e daqui do Rio mesmo, mas vale a citação por pego a estrada pra ir ver a gente em Sampa!) e a sempre atuante Mary, querida presidente do nosso fã-clube Ondas Netúnicas...aliás, aguardem em breve no site as fotos do show tiradas por ela, FreakFe e o supracitado Marcelo;
- A receptividade do público paulistano que nos acolheu bem pacas e acabou surfando com a gente na onda da surf music, espantando o frio que assolava a cidade naquela noite...
Enfim, por essas e muitas outras é que queremos voltar ONTEM pra São Paulo e tocar mais vezes na Funhouse e nas outras casas da capital paulista! Esperamos ver todos aí em breve...
abraços,
Carlos Alexandre//
Quarta-feira, Maio 07, 2003
Fala!
Cumprindo o prometido, aqui vai um apanhado de como foi a nossa viagem pra Vitória:
O ANTES...
Tudo começou na noite de sexta. Acompanhados de Marvel, Peter Glitter e Myself DeLuxe, do Glamourama, fomos para a rodoviária em dois táxis. Lá, encontraríamos Jazzmo (também do Glamour) e embarcaríamos no ônibus das 23h45. Uns dormiram - tarefa complicadíssima nos nada confortáveis assentos daquele Itapemirim -, outros conversaram...e assim se passaram as oito horas que nos separavam de nosso destino.
Chegando na rodoviária de lá, a primeira providência de Marvel (que foi quem agendou o show das duas bandas na capital capixaba) foi ligar pro nosso guia-mor: um cara simpático de um metro e noventa e tantos chamado Taylor. Foi ele quem nos levou até o nosso abrigo. E que abrigo! Localizado na orla da praia de Camborí, o hotel Aruan nos acolheu em três faustosas dependências, com direito a frigobar, tevê a cabo e banheiro particular - um luxo em se tratando de infraestrutura de viagem de banda independente, e mais uma das várias bolas dentro da produção do evento.
Na recepção do hotel, ao fazermos o check-in, encontramos com a galera do Carbona, que havia tocado na noite anterior. Melvin foi só elogios para o evento, mas nos contou também da chuva que rolou e da explosão de dois transformadores momentos após o fim do show deles, deixando o local e a vizinhança na mais completa escuridão. Medo...
Bagagens no quarto, fomos encarar um bom café da manhã numa daquelas megapadarias das boas. No caminho, uma paradinha no jornaleiro pra conferir a divulgação do evento: anúncio do show e foto do Glamourama na página 2 do caderno de cultura. Boa! Mais tarde seríamos informados de que fotos do Netunos, do Glamour e do Carbona foram publicadas na capa do mesmo caderno na quinta-feira. As boas expectativas ficavam ainda melhores.
Entre o café e o almoço, uma pausa pra colocar no lugar as colunas danificadas pelo ônibus. Mas nada longo: duas horas de descanso no quarto. O meu quarto foi ocupado por JP e Myself; o outro hospedou Jazzmo, Marvel e Peter; e um terceiro, Cid e Tito. No nosso, os três apagaram até a hora do rango. Para nos levar pro almoço, surgiu um novo guia: Juvenal, produtor de eventos da UFES. Já havia falado com ele pelo telefone em algumas oportunidades; e bastaram poucos minutos pra notar que ele era aquele mesmo cara sossegado dos interurbanos.
Não sei se era a fome, o cansaço, ou se foi fato mesmo...o negócio é que parecemos ter rodado uns 20 quilômetros na Kombi da UFES até o restaurante. Mas lá chegando também, a vingança: comida caseira da melhor qualidade, sorvetes de sobremesa...tudo por conta da Federal do Espírito Santo - cujo campus foi o nosso destino logo depois do almoço. O show iria acontecer sob uma lona de circo imensa - e preocupante: o vento que batia nela a empurrava pra baixo constantemente; e a plataforma aonde fora montada a bateria ficava a poucos centímetros do teto da nossa lona. Sofrimento à vista pro "pequeno" Cid...Antes do regresso ao hotel, quase conseguimos divulgar o evento pra centenas de pessoas: tentamos dar o recado do show para os presentes a um congresso de enfermagem que acontecia ali mesmo, num prédio a poucos metros da lona. Tentativa quase frustrada - e eu digo "quase" porque Marvel conseguiu entregar alguns cartazes pra participantes que estavam fora do auditório em que acontecia o tal congresso. A abordagem dele: "Hoje à noite, show de rock e de sexo oral". No que a pessoa se espantava, ele completava: "Vai por mim...". Típico de comunicólogo...
O intervalo entre a chegada no hotel e a passagem de som foi quase nulo. Em menos de duas horas, estaríamos de volta à lona do Circo de Cultura da UFES. Já eram 18 horas quando o Glamourama passou o som; e quase 19h quando chegou a nossa vez. Foi na passagem que conhecemos a outra organizadora do festival, a também simpática Vera. O som do PA impressionou a gente pra valer. Só um de nós estava preocupado: Cid. E tinha motivo, uma vez que o vento empurrava a lona sobre sua cabeça. Depois da promessa feita pela equipe de som de que, caso o vento persistisse, dois caras ficariam segurando a lona atrás do batera, todos regressamos ao Aruan às 20 horas. Deixamos combinado com o motorista da Kombi que às 23h45 estaríamos partindo pro show.
...O DURANTE...
Pelos nossos cálculos, havia umas 500 pessoas presentes ao Circo de Cultura. Antes das nossas apresentações, por lá se apresentaram os concorrentes do festival universitário. Artistas de diferentes gêneros - reggae, hc, pagode - passaram por lá. Assim que chegamos, enquanto uma banda participante se apresentava, Juvenal anunciou ao microfone: "Acabaram de chegar aqui na UFES as bandas Netunos e Glamourama, que encerrarão o Festival!". Por um momento, deu até gosto de banda grande...Além de assistir aos shows, deu tempo de conhecermos novas pessoas - como a Luciana, namorada do nosso já amigo Taylor; e Thaiz, d'A Gazeta, que iria escrever no dia seguinte sobre os shows. "The Enemy!", diria a galera da Stillwater, de "Quase Famosos". Mas a "inimiga" logo mostrou honrar a fama da cidade e foi muito legal conosco.
Demorou bastante pra finalmente subirmos ao palco do circo. Pra alegria de Cid, o vento que jogava a lona sobre o seu corpo na passagem de som havia parado. Enfim, boas condições de jogo. Na hora H, uma coisa chamou de cara a atenção da gente, e acabou prejudicando um pouco a nossa performance: o som no palco estava embolado demais...Mas a julgar pela reação da galera que assistia ao show, nem foi algo que chegou até eles de forma incômoda. Algumas pessoas dali - incluindo o próprio Taylor - já conheciam até algumas músicas da banda, e cantavam conosco. Na platéia, os cinco primeiros metros mais próximos do palco foram ocupados todo o tempo pela galera punk. Os caras não paravam de pogar, e rolaram até uns stage dives...A galera mais tranqüila parecia curtir o som também - mesmo com o set que planejamos pra ocasião (confiram na seção AGENDA aí do lado) sendo especial pra quem gostava de dançar. Foram 11 músicas, 40 minutos de diversão pura rezando na cartilha da surf music, deixando público (ao menos pela reação!) e banda suados e satisfeitos. Mesma coisa com o Glamourama: a performance afetada de Marvel e cia. despertou paixões e ódios na galera - em se tratando de glam rock, foi mais do que válido...outro ótimo show.
...E O DEPOIS!
E o depois ? Foi só comemoração - e até novos fãs vindo falar conosco e pedir autógrafos, coisa com a qual não estamos acostumados...ao menos ainda! Dali do Circo eu fui parar num quiosque pertinho do hotel; e fiquei de bate-papo com Taylor, Lu, Ilma (amiga da Lu, gente finíssima também), Thaiz e outros conhecidos com que eles acabaram esbarrando por lá. Nem o frio da manhã nos fez arredar o pé dali: só mesmo a fome. Por isso, às 7h30 lá estávamos eu e Taylor fazendo as apreciações do evento sentados à mesa do hotel, degustando um rico café da manhã - Thaiz, Lu e Ilma foram derrotadas pelo cansaço e se despediram antes. Logo foram surgindo Jazzmo, Marvel, Tito, Cid...O must do café foi o bacon quebrável e a sensacional teoria de Jazzmo sobre a incongruência entre os ovos e o bacon. Quem quiser saber, pergunte a explicação a ele...
Às nove e pouquinha deixávamos o Aruan rumo a rodoviária. O multi-homem Taylor teve que fazer duas viagens pra levar a galera toda ao terminal. Daí já não posso acrescentar muita coisa a história, uma vez que apaguei no ônibus. Só posso dizer que tudo correu bem demais, e por conta disso renovo os infinitos agradecimentos a todos que estiveram conosco, sempre simpáticos e prestativos e tudo o mais - especialmente a dupla Taylor & Juvenal pela paciência e carinho. Já estamos loucos pra voltar à terra do chocolates Garoto...
abraços,
Carlos Alexandre//
Cumprindo o prometido, aqui vai um apanhado de como foi a nossa viagem pra Vitória:
O ANTES...
Tudo começou na noite de sexta. Acompanhados de Marvel, Peter Glitter e Myself DeLuxe, do Glamourama, fomos para a rodoviária em dois táxis. Lá, encontraríamos Jazzmo (também do Glamour) e embarcaríamos no ônibus das 23h45. Uns dormiram - tarefa complicadíssima nos nada confortáveis assentos daquele Itapemirim -, outros conversaram...e assim se passaram as oito horas que nos separavam de nosso destino.
Chegando na rodoviária de lá, a primeira providência de Marvel (que foi quem agendou o show das duas bandas na capital capixaba) foi ligar pro nosso guia-mor: um cara simpático de um metro e noventa e tantos chamado Taylor. Foi ele quem nos levou até o nosso abrigo. E que abrigo! Localizado na orla da praia de Camborí, o hotel Aruan nos acolheu em três faustosas dependências, com direito a frigobar, tevê a cabo e banheiro particular - um luxo em se tratando de infraestrutura de viagem de banda independente, e mais uma das várias bolas dentro da produção do evento.
Na recepção do hotel, ao fazermos o check-in, encontramos com a galera do Carbona, que havia tocado na noite anterior. Melvin foi só elogios para o evento, mas nos contou também da chuva que rolou e da explosão de dois transformadores momentos após o fim do show deles, deixando o local e a vizinhança na mais completa escuridão. Medo...
Bagagens no quarto, fomos encarar um bom café da manhã numa daquelas megapadarias das boas. No caminho, uma paradinha no jornaleiro pra conferir a divulgação do evento: anúncio do show e foto do Glamourama na página 2 do caderno de cultura. Boa! Mais tarde seríamos informados de que fotos do Netunos, do Glamour e do Carbona foram publicadas na capa do mesmo caderno na quinta-feira. As boas expectativas ficavam ainda melhores.
Entre o café e o almoço, uma pausa pra colocar no lugar as colunas danificadas pelo ônibus. Mas nada longo: duas horas de descanso no quarto. O meu quarto foi ocupado por JP e Myself; o outro hospedou Jazzmo, Marvel e Peter; e um terceiro, Cid e Tito. No nosso, os três apagaram até a hora do rango. Para nos levar pro almoço, surgiu um novo guia: Juvenal, produtor de eventos da UFES. Já havia falado com ele pelo telefone em algumas oportunidades; e bastaram poucos minutos pra notar que ele era aquele mesmo cara sossegado dos interurbanos.
Não sei se era a fome, o cansaço, ou se foi fato mesmo...o negócio é que parecemos ter rodado uns 20 quilômetros na Kombi da UFES até o restaurante. Mas lá chegando também, a vingança: comida caseira da melhor qualidade, sorvetes de sobremesa...tudo por conta da Federal do Espírito Santo - cujo campus foi o nosso destino logo depois do almoço. O show iria acontecer sob uma lona de circo imensa - e preocupante: o vento que batia nela a empurrava pra baixo constantemente; e a plataforma aonde fora montada a bateria ficava a poucos centímetros do teto da nossa lona. Sofrimento à vista pro "pequeno" Cid...Antes do regresso ao hotel, quase conseguimos divulgar o evento pra centenas de pessoas: tentamos dar o recado do show para os presentes a um congresso de enfermagem que acontecia ali mesmo, num prédio a poucos metros da lona. Tentativa quase frustrada - e eu digo "quase" porque Marvel conseguiu entregar alguns cartazes pra participantes que estavam fora do auditório em que acontecia o tal congresso. A abordagem dele: "Hoje à noite, show de rock e de sexo oral". No que a pessoa se espantava, ele completava: "Vai por mim...". Típico de comunicólogo...
O intervalo entre a chegada no hotel e a passagem de som foi quase nulo. Em menos de duas horas, estaríamos de volta à lona do Circo de Cultura da UFES. Já eram 18 horas quando o Glamourama passou o som; e quase 19h quando chegou a nossa vez. Foi na passagem que conhecemos a outra organizadora do festival, a também simpática Vera. O som do PA impressionou a gente pra valer. Só um de nós estava preocupado: Cid. E tinha motivo, uma vez que o vento empurrava a lona sobre sua cabeça. Depois da promessa feita pela equipe de som de que, caso o vento persistisse, dois caras ficariam segurando a lona atrás do batera, todos regressamos ao Aruan às 20 horas. Deixamos combinado com o motorista da Kombi que às 23h45 estaríamos partindo pro show.
...O DURANTE...
Pelos nossos cálculos, havia umas 500 pessoas presentes ao Circo de Cultura. Antes das nossas apresentações, por lá se apresentaram os concorrentes do festival universitário. Artistas de diferentes gêneros - reggae, hc, pagode - passaram por lá. Assim que chegamos, enquanto uma banda participante se apresentava, Juvenal anunciou ao microfone: "Acabaram de chegar aqui na UFES as bandas Netunos e Glamourama, que encerrarão o Festival!". Por um momento, deu até gosto de banda grande...Além de assistir aos shows, deu tempo de conhecermos novas pessoas - como a Luciana, namorada do nosso já amigo Taylor; e Thaiz, d'A Gazeta, que iria escrever no dia seguinte sobre os shows. "The Enemy!", diria a galera da Stillwater, de "Quase Famosos". Mas a "inimiga" logo mostrou honrar a fama da cidade e foi muito legal conosco.
Demorou bastante pra finalmente subirmos ao palco do circo. Pra alegria de Cid, o vento que jogava a lona sobre o seu corpo na passagem de som havia parado. Enfim, boas condições de jogo. Na hora H, uma coisa chamou de cara a atenção da gente, e acabou prejudicando um pouco a nossa performance: o som no palco estava embolado demais...Mas a julgar pela reação da galera que assistia ao show, nem foi algo que chegou até eles de forma incômoda. Algumas pessoas dali - incluindo o próprio Taylor - já conheciam até algumas músicas da banda, e cantavam conosco. Na platéia, os cinco primeiros metros mais próximos do palco foram ocupados todo o tempo pela galera punk. Os caras não paravam de pogar, e rolaram até uns stage dives...A galera mais tranqüila parecia curtir o som também - mesmo com o set que planejamos pra ocasião (confiram na seção AGENDA aí do lado) sendo especial pra quem gostava de dançar. Foram 11 músicas, 40 minutos de diversão pura rezando na cartilha da surf music, deixando público (ao menos pela reação!) e banda suados e satisfeitos. Mesma coisa com o Glamourama: a performance afetada de Marvel e cia. despertou paixões e ódios na galera - em se tratando de glam rock, foi mais do que válido...outro ótimo show.
...E O DEPOIS!
E o depois ? Foi só comemoração - e até novos fãs vindo falar conosco e pedir autógrafos, coisa com a qual não estamos acostumados...ao menos ainda! Dali do Circo eu fui parar num quiosque pertinho do hotel; e fiquei de bate-papo com Taylor, Lu, Ilma (amiga da Lu, gente finíssima também), Thaiz e outros conhecidos com que eles acabaram esbarrando por lá. Nem o frio da manhã nos fez arredar o pé dali: só mesmo a fome. Por isso, às 7h30 lá estávamos eu e Taylor fazendo as apreciações do evento sentados à mesa do hotel, degustando um rico café da manhã - Thaiz, Lu e Ilma foram derrotadas pelo cansaço e se despediram antes. Logo foram surgindo Jazzmo, Marvel, Tito, Cid...O must do café foi o bacon quebrável e a sensacional teoria de Jazzmo sobre a incongruência entre os ovos e o bacon. Quem quiser saber, pergunte a explicação a ele...
Às nove e pouquinha deixávamos o Aruan rumo a rodoviária. O multi-homem Taylor teve que fazer duas viagens pra levar a galera toda ao terminal. Daí já não posso acrescentar muita coisa a história, uma vez que apaguei no ônibus. Só posso dizer que tudo correu bem demais, e por conta disso renovo os infinitos agradecimentos a todos que estiveram conosco, sempre simpáticos e prestativos e tudo o mais - especialmente a dupla Taylor & Juvenal pela paciência e carinho. Já estamos loucos pra voltar à terra do chocolates Garoto...
abraços,
Carlos Alexandre//
Segunda-feira, Maio 05, 2003
Aloha!
Acho que posso falar pelos meus colegas de banda: estamos todos MUITO felizes com o nosso show deste último sábado no II FEST-UFES em Vitória, Espírito Santo. Há muito o que se falar, e não há dúvidas de que eu estarei comentando mais sobre o que rolou na capital capixaba muito brevemente aqui em nosso blog. Mas agora o cansaço impera...Desde já, adiantamos O agradecimento: Juvenal, Taylor, e galera de Vix, muito obrigado MESMO!!!!
abraços,
Carlos Alexandre//
Acho que posso falar pelos meus colegas de banda: estamos todos MUITO felizes com o nosso show deste último sábado no II FEST-UFES em Vitória, Espírito Santo. Há muito o que se falar, e não há dúvidas de que eu estarei comentando mais sobre o que rolou na capital capixaba muito brevemente aqui em nosso blog. Mas agora o cansaço impera...Desde já, adiantamos O agradecimento: Juvenal, Taylor, e galera de Vix, muito obrigado MESMO!!!!
abraços,
Carlos Alexandre//
