Segunda-feira, Novembro 29, 2004
Fala galera. Estava agorinha contabilizando nossos shows desde 200o e foram 86, já contando o de Sábado em Juiz de Fora. É uma marca legal, esperamos em breve ter condições de fazer 86 shows por ano. Estamos correndo atrás e torcendo por isso. Vamos ver o que rola pra 2005.
Abraços,
Cid
Abraços,
Cid
Fala!
O show em Juiz de Fora fechou (?) muito bem o ciclo de viagens/shows interestaduais em 2004...Café Musik lotado, público animado, abertura com a estréia dos Cadillacs - sucesso aí, caras!-, discotecagem bacana ao cargo do DJ Kureb e convidados...
No começo do show, um susto: as duas caixas de PA começaram a "roncar" tenebrosamente...dez minutos depois e com a ajuda mais do que providencial da galera da casa, o show rolou tranqüilamente. Quer dizer, "tranqüilamente", não: o público local dançou e cantou - fooooda, cantaram mesmo! - com a gente o show inteiro! O fim foi matador, com "Toxic" e "120". Diversão pura!
Agradecemos a todos que lá estiveram e nos ajudaram a fazer o show; e, em especial, a eles: Filipe e toda a galera do Cadillacs pelo generoso convite; Kureb, Mariana, Gustavo, e povo do Musik; Guilherme e o camarada do som da casa (desculpa, fugiu o nome...memória falha, cara!) que fizeram o show realmente acontecer, resolvendo o problema do PA; Fabiano Moreira; Saldanha; Alex, Pérsio e equipe da pousada Aconchego de Minas; e todos que lá estavam...Foi excelente!
Em breve deveremos ter fotos não apenas desta noite como também da Funhouse (São Paulo) na devida seção deste nosso site. A gente avisa...
abraços,
CA//
O show em Juiz de Fora fechou (?) muito bem o ciclo de viagens/shows interestaduais em 2004...Café Musik lotado, público animado, abertura com a estréia dos Cadillacs - sucesso aí, caras!-, discotecagem bacana ao cargo do DJ Kureb e convidados...
No começo do show, um susto: as duas caixas de PA começaram a "roncar" tenebrosamente...dez minutos depois e com a ajuda mais do que providencial da galera da casa, o show rolou tranqüilamente. Quer dizer, "tranqüilamente", não: o público local dançou e cantou - fooooda, cantaram mesmo! - com a gente o show inteiro! O fim foi matador, com "Toxic" e "120". Diversão pura!
Agradecemos a todos que lá estiveram e nos ajudaram a fazer o show; e, em especial, a eles: Filipe e toda a galera do Cadillacs pelo generoso convite; Kureb, Mariana, Gustavo, e povo do Musik; Guilherme e o camarada do som da casa (desculpa, fugiu o nome...memória falha, cara!) que fizeram o show realmente acontecer, resolvendo o problema do PA; Fabiano Moreira; Saldanha; Alex, Pérsio e equipe da pousada Aconchego de Minas; e todos que lá estavam...Foi excelente!
Em breve deveremos ter fotos não apenas desta noite como também da Funhouse (São Paulo) na devida seção deste nosso site. A gente avisa...
abraços,
CA//
Sábado, Novembro 27, 2004
Opa!
Ensaio redondo anteontem, malas prontas hoje, e agora é arrebentar...Contamos com a ajuda imprescindível da galera juizforana para isso! Vistam camisas floridas, levem um dinheirinho extra pra comprar as camisas (R$12 - vejam os modelos na seção de Compras aí do lado!) e se acabem de tanto cantar e dançar!
Nos vemos em JF então! SURF'S UP!
abraços,
CA//
Ensaio redondo anteontem, malas prontas hoje, e agora é arrebentar...Contamos com a ajuda imprescindível da galera juizforana para isso! Vistam camisas floridas, levem um dinheirinho extra pra comprar as camisas (R$12 - vejam os modelos na seção de Compras aí do lado!) e se acabem de tanto cantar e dançar!
Nos vemos em JF então! SURF'S UP!
abraços,
CA//
Quinta-feira, Novembro 25, 2004
Saludos!
Aí vão duas imagens, ilustrando aqui no blog os eventos em que estaremos envolvidos neste fim de semana...Primeiro, o lindo cartaz feito pelo DJ Kureb para o show nosso em Juiz de Fora, no sábado:
E agora, o flyer da festa da Renata Guimarães em Lisboa, onde ela rolará Netunos na pista de dança:
Juizforanos e lisboenses, compareçam!
abraços,
CA
Aí vão duas imagens, ilustrando aqui no blog os eventos em que estaremos envolvidos neste fim de semana...Primeiro, o lindo cartaz feito pelo DJ Kureb para o show nosso em Juiz de Fora, no sábado:
E agora, o flyer da festa da Renata Guimarães em Lisboa, onde ela rolará Netunos na pista de dança:
Juizforanos e lisboenses, compareçam!
abraços,
CA
Quarta-feira, Novembro 24, 2004
NETUNOS EM PORTUGAL!!!!
Calma. Não estamos de partida pra Terrinha - ao menos não ainda...
O lance foi que recebemos um e-mail muito gentil da Renata Guimarães. Ela é brasileira, mora em Lisboa há 2 anos, e fará neste fim de semana sua estréia como DJ numa festa rock. E adivinhem o que ela vai tocar pros gajos e pras raparigas dançarem ?
NETUNOS! Não é bacana ?
Ela veio me pedir a mp3 da nossa versão de "Toxic", o que já fiz, via MSN. E vão rolar outras bandas brasileiras no set da moça...
Portanto, tudo o que podemos desejar é sucesso pra Renata ! Vou tentar ver com o Cid se ele me ensina a postar imagens por aqui pra que eu possa colocar a arte da filipeta da festa em que ela tocará, a BIKINI DOLL.
* * *
Ontem fui entrevistado pelo repórter Fabiano Moreira, da TRIBUNA DE MINAS. Segundo ele, sai matéria sobre a banda neste sábado, aproveitando nosso show em Juiz de Fora no mesmo dia. Fabiano ainda acrescentou que deve dar página inteira!
Quem estiver longe de Minas vai poder conferir a matéria online, no site do Jornal...
Ah, e amanhã tem ensaio!
abraços!
Calma. Não estamos de partida pra Terrinha - ao menos não ainda...
O lance foi que recebemos um e-mail muito gentil da Renata Guimarães. Ela é brasileira, mora em Lisboa há 2 anos, e fará neste fim de semana sua estréia como DJ numa festa rock. E adivinhem o que ela vai tocar pros gajos e pras raparigas dançarem ?
NETUNOS! Não é bacana ?
Ela veio me pedir a mp3 da nossa versão de "Toxic", o que já fiz, via MSN. E vão rolar outras bandas brasileiras no set da moça...
Portanto, tudo o que podemos desejar é sucesso pra Renata ! Vou tentar ver com o Cid se ele me ensina a postar imagens por aqui pra que eu possa colocar a arte da filipeta da festa em que ela tocará, a BIKINI DOLL.
* * *
Ontem fui entrevistado pelo repórter Fabiano Moreira, da TRIBUNA DE MINAS. Segundo ele, sai matéria sobre a banda neste sábado, aproveitando nosso show em Juiz de Fora no mesmo dia. Fabiano ainda acrescentou que deve dar página inteira!
Quem estiver longe de Minas vai poder conferir a matéria online, no site do Jornal...
Ah, e amanhã tem ensaio!
abraços!
Sábado, Novembro 20, 2004
Aloha!
No silêncio da madrugada, achei pertinente manifestar a minha alegria por voltarmos a tocar na nossa cidade. Vai ser no dia 5 de dezembro, no comecinho da temporada de Verão da sempre animadíssima Sundae Tracks. Ao nosso lado, a banda Seres, que vem colhendo muitos elogios por aí...
Sendo assim, desde já rola a convocação pra todos os cariocas que por esses meses perguntavam "Quando rola show do Netunos por aqui?" e pros que também não perguntaram mas igualmente sentem saudade, e pros que nunca viram: NO DIA 5 DE DEZEMBRO, TODOS NA CASA DA MATRIZ!
abraços e beijos a quem for de cada,
CA//
No silêncio da madrugada, achei pertinente manifestar a minha alegria por voltarmos a tocar na nossa cidade. Vai ser no dia 5 de dezembro, no comecinho da temporada de Verão da sempre animadíssima Sundae Tracks. Ao nosso lado, a banda Seres, que vem colhendo muitos elogios por aí...
Sendo assim, desde já rola a convocação pra todos os cariocas que por esses meses perguntavam "Quando rola show do Netunos por aqui?" e pros que também não perguntaram mas igualmente sentem saudade, e pros que nunca viram: NO DIA 5 DE DEZEMBRO, TODOS NA CASA DA MATRIZ!
abraços e beijos a quem for de cada,
CA//
Terça-feira, Novembro 16, 2004
Fala galera, segue um texto do JP, publicado no Jornal do Brasil, sobre a vinda de Brian Wilson para nossas terras:
Brian Wilson e os milagres que ainda existem
João Paulo Cuenca (Jornal do Brasil - 13/11/2004)
Nasceu na Califórnia, em 1942, o primeiro dos três filhos de Murray e Audree Wilson, um casal protestante de classe média norte-americano. O pequeno Brian desde sempre encontrou na música refúgio para uma vida familiar complicada: pai violento (Brian perdeu a audição do ouvido direito numa surra) e mãe alcoólatra. Ouvia música constantemente dentro da sua cabeça e passava a maior parte do tempo sentado em frente ao piano do pai tentando tirar esses sons de dentro de si. A vida, de diferentes e inesperadas formas, mostraria ao garoto que essas melodias seriam as únicas companheiras com quem poderia contar. Aos 18 anos formou, junto com os irmãos Dennis e Carl, o primo Mike Love e o amigo Al Jardine um conjunto que se chamaria Beach Boys. Figura central do grupo, Brian nunca subiu numa prancha de surfe. O único surfista entre eles, Dennis, morreu afogado em 1983. Brian sempre teve medo do mar.
Apesar disso, criou o mito quintessencial de uma nova e ensolarada América: o idílio pop de garotas de biquíni, carros possantes e, claro, pranchas de surfe. O sonho californiano do pós-guerra, sob a égide da era Kennedy, encontrou mais do que um porta-voz. Brian não apenas engendrou um novo gênero musical, levando complexas harmonias ao ritmo do rock'n roll. Criou uma nação inteira. Os EUA não seriam a América que conhecemos sem seu gênio e obra.
Depois de ter entalhado o rosto de uma geração, Brian queria mais. A utopia excitante e escapista de sua fábrica de hits não era suficiente para seu espírito inquieto. Havia ainda o que conquistar, embora nem ele soubesse bem onde estava se metendo quando resolveu voltar os olhos para dentro de si. Em 1964, não suportando o peso de sustentar uma indústria, Brian deixou de excursionar com a banda e passou a se dedicar só aos estúdios. Dois anos depois, mudou radicalmente o rumo da sua carreira - e da música pop do planeta. Apostou no desconhecido (ou no que era conhecido apenas para ele mesmo) e criou uma obra conceitual com arranjos sofisticados e texturas complexas: o álbum Pet sounds. Com 24 anos, chegava ao ápice da aventura do século 20 através da sua música livre e experimental, ao mesmo tempo sofisticada e de simples compreensão.
Nessa época, já tinha problemas com drogas, esquizofrenia paranóica (além de música, agora ouvia vozes) e depressão. Trancava-se em casa fumando maconha, tomando LSD e compondo febrilmente. Depois de sua obra-prima, resolve fazer uma ''sinfonia adolescente para Deus'', algo que superasse seu trabalho anterior e os discos que os Beatles lançavam à época, confessadamente influenciados pelo "Pet sounds". Durante meses se enfurnou em casa com o poeta Van Dyke Parks para escrever "Smile". As sessões de gravação duravam centenas de horas e só Brian era capaz de entender aqueles pedaços de música, que o isolavam da banda e aumentavam a pressão da gravadora. O projeto naufragou, vítima de sua paranóia, e Smile demorou 37 anos para ser realizado. Foi lançado apenas este ano. O CD que estou ouvindo agora foi autografado por Wilson.
Brian perdeu muita coisa. A mulher saiu de casa, levando as filhas. O controle artístico do grupo saiu das suas mãos. Mas nada foi pior do que ter perdido a sanidade mental. Resumindo o drama, Brian chegou a ficar três anos sem sair de casa, colecionando fobias, comendo e se drogando sem parar. Quase morreu inúmeras vezes. Transformou-se numa trágica piada explorada por tablóides sensacionalistas. Foi ''salvo'' por um terapeuta picareta, um tal de Dr. Eugene Landy, que o limpou das drogas, mas o escravizou mentalmente. Só em 1995 a vida pareceu voltar aos trilhos. Com um novo casamento, participou de novos projetos que provaram que o bardo ainda tinha o que mostrar.
Brian Wilson é um sobrevivente. Foi até os recônditos da alma e nos trouxe melodias puras e únicas. Sua alma frágil, exposta na superfície pelos gestos trêmulos e caminhar vacilante, foi capaz de gerar harmonias extraordinárias. A vida extravagante e insana que levou não é produto da mídia ou imagem para vender disco. Tampouco é fruto de vaidade ou falta de inspiração. Brian não é um Ozzy Osbourne ensolarado. Não é um Keith Richards de camisa florida. Não é o popstar junkie da vez fazendo pose de adolescente. Brian precisou ir fundo para contar a todos nós o que viu. E assim ajudou a nos dar a dimensão da fortuna de sermos humanos.
Um dos últimos gênios da humanidade ainda vive. O maior compositor americano de música popular do século 20 ainda vive. E, após voltar do inferno, está fazendo shows e gravando discos. Para quem ouviu falar de Brian Wilson nas últimas décadas, isso pode parecer um milagre. Depois de quase duas horas de clássicos entoados com precisão no último domingo, em São Paulo, e de encharcar lenços de papel ouvindo In my room e God only knows cantadas pelo homem em pessoa, eu saí do show acreditando que, sim, milagres ainda podem existir.
Brian Wilson e os milagres que ainda existem
João Paulo Cuenca (Jornal do Brasil - 13/11/2004)
Nasceu na Califórnia, em 1942, o primeiro dos três filhos de Murray e Audree Wilson, um casal protestante de classe média norte-americano. O pequeno Brian desde sempre encontrou na música refúgio para uma vida familiar complicada: pai violento (Brian perdeu a audição do ouvido direito numa surra) e mãe alcoólatra. Ouvia música constantemente dentro da sua cabeça e passava a maior parte do tempo sentado em frente ao piano do pai tentando tirar esses sons de dentro de si. A vida, de diferentes e inesperadas formas, mostraria ao garoto que essas melodias seriam as únicas companheiras com quem poderia contar. Aos 18 anos formou, junto com os irmãos Dennis e Carl, o primo Mike Love e o amigo Al Jardine um conjunto que se chamaria Beach Boys. Figura central do grupo, Brian nunca subiu numa prancha de surfe. O único surfista entre eles, Dennis, morreu afogado em 1983. Brian sempre teve medo do mar.
Apesar disso, criou o mito quintessencial de uma nova e ensolarada América: o idílio pop de garotas de biquíni, carros possantes e, claro, pranchas de surfe. O sonho californiano do pós-guerra, sob a égide da era Kennedy, encontrou mais do que um porta-voz. Brian não apenas engendrou um novo gênero musical, levando complexas harmonias ao ritmo do rock'n roll. Criou uma nação inteira. Os EUA não seriam a América que conhecemos sem seu gênio e obra.
Depois de ter entalhado o rosto de uma geração, Brian queria mais. A utopia excitante e escapista de sua fábrica de hits não era suficiente para seu espírito inquieto. Havia ainda o que conquistar, embora nem ele soubesse bem onde estava se metendo quando resolveu voltar os olhos para dentro de si. Em 1964, não suportando o peso de sustentar uma indústria, Brian deixou de excursionar com a banda e passou a se dedicar só aos estúdios. Dois anos depois, mudou radicalmente o rumo da sua carreira - e da música pop do planeta. Apostou no desconhecido (ou no que era conhecido apenas para ele mesmo) e criou uma obra conceitual com arranjos sofisticados e texturas complexas: o álbum Pet sounds. Com 24 anos, chegava ao ápice da aventura do século 20 através da sua música livre e experimental, ao mesmo tempo sofisticada e de simples compreensão.
Nessa época, já tinha problemas com drogas, esquizofrenia paranóica (além de música, agora ouvia vozes) e depressão. Trancava-se em casa fumando maconha, tomando LSD e compondo febrilmente. Depois de sua obra-prima, resolve fazer uma ''sinfonia adolescente para Deus'', algo que superasse seu trabalho anterior e os discos que os Beatles lançavam à época, confessadamente influenciados pelo "Pet sounds". Durante meses se enfurnou em casa com o poeta Van Dyke Parks para escrever "Smile". As sessões de gravação duravam centenas de horas e só Brian era capaz de entender aqueles pedaços de música, que o isolavam da banda e aumentavam a pressão da gravadora. O projeto naufragou, vítima de sua paranóia, e Smile demorou 37 anos para ser realizado. Foi lançado apenas este ano. O CD que estou ouvindo agora foi autografado por Wilson.
Brian perdeu muita coisa. A mulher saiu de casa, levando as filhas. O controle artístico do grupo saiu das suas mãos. Mas nada foi pior do que ter perdido a sanidade mental. Resumindo o drama, Brian chegou a ficar três anos sem sair de casa, colecionando fobias, comendo e se drogando sem parar. Quase morreu inúmeras vezes. Transformou-se numa trágica piada explorada por tablóides sensacionalistas. Foi ''salvo'' por um terapeuta picareta, um tal de Dr. Eugene Landy, que o limpou das drogas, mas o escravizou mentalmente. Só em 1995 a vida pareceu voltar aos trilhos. Com um novo casamento, participou de novos projetos que provaram que o bardo ainda tinha o que mostrar.
Brian Wilson é um sobrevivente. Foi até os recônditos da alma e nos trouxe melodias puras e únicas. Sua alma frágil, exposta na superfície pelos gestos trêmulos e caminhar vacilante, foi capaz de gerar harmonias extraordinárias. A vida extravagante e insana que levou não é produto da mídia ou imagem para vender disco. Tampouco é fruto de vaidade ou falta de inspiração. Brian não é um Ozzy Osbourne ensolarado. Não é um Keith Richards de camisa florida. Não é o popstar junkie da vez fazendo pose de adolescente. Brian precisou ir fundo para contar a todos nós o que viu. E assim ajudou a nos dar a dimensão da fortuna de sermos humanos.
Um dos últimos gênios da humanidade ainda vive. O maior compositor americano de música popular do século 20 ainda vive. E, após voltar do inferno, está fazendo shows e gravando discos. Para quem ouviu falar de Brian Wilson nas últimas décadas, isso pode parecer um milagre. Depois de quase duas horas de clássicos entoados com precisão no último domingo, em São Paulo, e de encharcar lenços de papel ouvindo In my room e God only knows cantadas pelo homem em pessoa, eu saí do show acreditando que, sim, milagres ainda podem existir.
Domingo, Novembro 14, 2004
Fala!
Putz, e o show da Funhouse, hein ? Gostei bastante.
O som da casa melhorou pra cacete, a equipe foi muito atenciosa - da galera do bar ao "manager" Marcelo - e o público foi bem legal...Enfim, tudo deu certíssimo!
Agradecimentos especialíssimos ao Márvio, Mitkus e Marcelo (pelo convite), Igor (por toda a força e pelo som bacaníssima), à queridíssima Mariane (pelo carinho de sempre, atenção e paciência guiando e hospedando esses cariocas perdidos em Sampa), ao casal Marcelo e Deise (pela ótima vontade, simpatia e portas abertas), ao pessoal da Funhouse, à galera de Santos (Julio, Flávia Durante + Os Insertos & cia) e aos amigos que nos acompanham sempre que estamos nos apresentando em território paulista: Mariana, Danilo, Dani, Hélen...Ah, e ao sr e sra Arroz Saldanha pela surpresa! E a você que esteve lá, claro!
Enfim, foi bom demais. Queremos voltar já à capital paulista! E que venha JUIZ DE FORA!
abraços,
Carlos Alexandre//
Putz, e o show da Funhouse, hein ? Gostei bastante.
O som da casa melhorou pra cacete, a equipe foi muito atenciosa - da galera do bar ao "manager" Marcelo - e o público foi bem legal...Enfim, tudo deu certíssimo!
Agradecimentos especialíssimos ao Márvio, Mitkus e Marcelo (pelo convite), Igor (por toda a força e pelo som bacaníssima), à queridíssima Mariane (pelo carinho de sempre, atenção e paciência guiando e hospedando esses cariocas perdidos em Sampa), ao casal Marcelo e Deise (pela ótima vontade, simpatia e portas abertas), ao pessoal da Funhouse, à galera de Santos (Julio, Flávia Durante + Os Insertos & cia) e aos amigos que nos acompanham sempre que estamos nos apresentando em território paulista: Mariana, Danilo, Dani, Hélen...Ah, e ao sr e sra Arroz Saldanha pela surpresa! E a você que esteve lá, claro!
Enfim, foi bom demais. Queremos voltar já à capital paulista! E que venha JUIZ DE FORA!
abraços,
Carlos Alexandre//
Quinta-feira, Novembro 11, 2004
ALOHA!
Ontem teve o último ensaio; hoje teve a aquisição de um novo brinquedinho; e amanhã teremos SÃO PAULO!
Aguardamos todos lá na Funhouse, vestindo camisas floridas e/ou da banda, prontos pra cantar e dançar conosco...queremos que a festa seja ainda maior do que foi o (ótimo) show em Campinas. E aí, topam ? Espero que sim!
abraços e até amanhã,
Carlos Alexandre//
Ontem teve o último ensaio; hoje teve a aquisição de um novo brinquedinho; e amanhã teremos SÃO PAULO!
Aguardamos todos lá na Funhouse, vestindo camisas floridas e/ou da banda, prontos pra cantar e dançar conosco...queremos que a festa seja ainda maior do que foi o (ótimo) show em Campinas. E aí, topam ? Espero que sim!
abraços e até amanhã,
Carlos Alexandre//
Quarta-feira, Novembro 10, 2004
NETUNOS em São Paulo
Fala pessoal nesta sexta estamos rumando para Sampa, pra mais um show na FUNHOUSE. Se liguem no "selviço":
REVOLUTION na FUNHOUSE- Rua Bela Cintra, 567
horário: a partir das 23 horas
preço: R$5 de entrada e R$10 de consumação pros homens, e R$5 de entrada e R$5 de consumação pras mulheres -
mais detalhes em http://www.funhouse.com.br
Fala pessoal nesta sexta estamos rumando para Sampa, pra mais um show na FUNHOUSE. Se liguem no "selviço":
REVOLUTION na FUNHOUSE- Rua Bela Cintra, 567
horário: a partir das 23 horas
preço: R$5 de entrada e R$10 de consumação pros homens, e R$5 de entrada e R$5 de consumação pras mulheres -
mais detalhes em http://www.funhouse.com.br
- Mister Wilson, you changed my life. Thank you.
- Thank you.
Isso poderia resumir tudo. Mas vou ser mais completo - e mais extenso também, advirto-os de cara.
“Brian Wilson, um dos maiores gênios vivos da música pop mundial é nome confirmado para o Tim Festival que acontece em novembro em São Paulo”. Assim dizia a nota de uma coluna de jornal que me pegou de olhos ainda semicerrados, recém-despertos pelo menos até aquele minuto. Ao ler a boa nova, as pernas quase fraquejaram. Li, reli, não acreditei, reli novamente – e a partir daquele momento era como se eu relesse aquela nota todos os dias em minha mente.
Difícil acreditar. Se já estava há anos conformado com a forte possibilidade de o meu maior ídolo jamais se apresentar em meu país, como agora poderia crer que isso aconteceria, e em um par de meses ? E as confirmações foram então vindo. Os rumores se faziam valer em notas oficiais da organização do festival, em entrevistas com o próprio – e, claro, com a venda de ingressos. E mesmo depois de garantir meu lugar na mesa G2 do setor A, ainda assim não me sentia sossegado. Só ficaria realmente tranqüilo quando estivesse a poucos metros do milagre musical de Brian e sua banda.
Passados dezenas de dias e quase meia dúzia de sonhos relacionados à ocasião, lá estava eu em São Paulo. Lá estava eu na desejada mesa. E lá também estavam amigos – uns preparados pra finalmente conhecer mais a fundo o que sempre tentei compartilhar com eles, e outros que já sabiam o que esperar: o melhor dos inesperados.
E ele veio do jeito mais especial possível. Quando Brian Wilson começou o espetáculo, fazendo soar as primeiras notas de “Sloop John B.”, eu despertei pro maior encontro musical da minha vida. Minhas esperanças ganhavam vida e minhas expectativas se enfraqueciam em prol de uma realidade que se fazia muito mais bonita do que elas e do que eu jamais poderia conceber. A cada música produzida em vozes, sopros, acordes, batidas e ruídos por Brian e sua (magnífica) banda, me via nesse quarto em que agora escrevo essas palavras tocando os discos; podia ver meu irmão mostrando “Fun Fun Fun” e “Barbara Ann” em vinis praquele moleque de ouvidos quase virgens de rock; me lembrava das doçuras e das dores amorosas embaladas pelas estrofes e refrões dos Beach Boys; me projetava no futuro ideal, em que tocarei “Wouldn’t It Be Nice” pra mulher da minha vida, pedirei “God Only Knows” pra me despedir momentaneamente dos amores e amigos, mas não sem antes expôr todo o Pet Sounds muitas e muitas vezes, anos, incontáveis anos, às crianças que hão de perpetuar por aqui minha vida e meu amor.
Ao final daquele espetáculo, só me restava ver nos olhos das pessoas - e dos meus amigos em especial – e as deixarem encontrar nos meus o brilho que resumia tudo que havíamos acabado de experimentar. Sorrisos em profusão, palavras se perdendo em definições vãs porém sempre muitíssimo bem intencionadas...enfim, alegria em seu estado mais puro.
Esse sentimento eu e meu amigo Daniel Cariello tivemos a felicidade de captar em Darian Sahanaja, tecladista e uma espécie de “capitão” da banda de Brian, ajudando-o a reger com primazia o show. O encontramos perto de um bar, fomos lá cumprimentá-lo e pedir autógrafos. Acabamos ganhando não apenas o que fomos buscar, como também um ótimo papo, confidências e impressões, alguma confiança de rever Brian em novos shows por aqui...e um novo amigo, de fato, sem fugir da real acepção da palavra. Mais um presente ganho na inesquecível noite de 7 de novembro de 2004.
Dormir foi difícil. Na mente, as lembranças vívidas, e a expectativa por um novo encontro com Brian Wilson – dessa vez numa megastore, para a tarde de autógrafos de Smile. O que dizer a ele ? Apertar a mão ou não ? Esses eram apenas dois dos muitos assuntos debatidos com os colegas que aguardaram comigo pela chegada de Brian por quase três horas. Quem visse de fora certamente enxergaria crianças em corpos de adultos, animadas, ansiosas, felizes.
Eu era a quinta pessoa da fila. A chegada de Brian foi saudada com efusivos aplausos. Aparentemente descansado, ladeado por um amigo/assistente e vários seguranças da loja, nós logo vimos que o ritual do autógrafo seria algo quase que mecânico – até porque a fila já estava bem grandinha, tendendo a aumentar, e um senhor de 62 anos não pretendia ficar ali por pouco mais do que uma hora. Mesmo tendo a confirmação disso tudo no tratamento dado pelo tal amigo/assistente às quatro primeiras pessoas, intermediando completamente o contato delas com Brian, fiz que não era comigo. É quando voltamos ao melhor pequeno diálogo da minha vida com que comecei esse texto, enriquecido pelo aperto da mão daquele que, mais do que tudo e todos, me fez querer ser músico – e pela foto tirada por Cid, o sexto da fila.
Queria ter podido falar mais, mas creio ter conseguido ser bastante eloqüente na frase que saiu de mim naquela hora. Também queria que o clima sensacional daqueles dois dias pudesse durar eternamente. Só não preciso desejar que eu volte no tempo pra rever o show de Brian Wilson.
Tecnicamente, foram cerca de 110 minutos de espetáculo. Para mim, no entanto, ele continuará para sempre.
Love & mercy,
Carlos Alexandre//
P.S.1: Esse texto também se encontra em meu blog pessoal, http://www.memso.blogspot.com.
P.S.2: Agradeço a todos os amigos, novos e antigos, que comigo compartilharam essa imensa alegria – e em especial, Ana Laura e Mariane, sempre queridas demais, amadas demais; Cid e JP, companheiros de jornada; e Daniel Cariello – cara, nós conseguimos...
- Thank you.
Isso poderia resumir tudo. Mas vou ser mais completo - e mais extenso também, advirto-os de cara.
“Brian Wilson, um dos maiores gênios vivos da música pop mundial é nome confirmado para o Tim Festival que acontece em novembro em São Paulo”. Assim dizia a nota de uma coluna de jornal que me pegou de olhos ainda semicerrados, recém-despertos pelo menos até aquele minuto. Ao ler a boa nova, as pernas quase fraquejaram. Li, reli, não acreditei, reli novamente – e a partir daquele momento era como se eu relesse aquela nota todos os dias em minha mente.
Difícil acreditar. Se já estava há anos conformado com a forte possibilidade de o meu maior ídolo jamais se apresentar em meu país, como agora poderia crer que isso aconteceria, e em um par de meses ? E as confirmações foram então vindo. Os rumores se faziam valer em notas oficiais da organização do festival, em entrevistas com o próprio – e, claro, com a venda de ingressos. E mesmo depois de garantir meu lugar na mesa G2 do setor A, ainda assim não me sentia sossegado. Só ficaria realmente tranqüilo quando estivesse a poucos metros do milagre musical de Brian e sua banda.
Passados dezenas de dias e quase meia dúzia de sonhos relacionados à ocasião, lá estava eu em São Paulo. Lá estava eu na desejada mesa. E lá também estavam amigos – uns preparados pra finalmente conhecer mais a fundo o que sempre tentei compartilhar com eles, e outros que já sabiam o que esperar: o melhor dos inesperados.
E ele veio do jeito mais especial possível. Quando Brian Wilson começou o espetáculo, fazendo soar as primeiras notas de “Sloop John B.”, eu despertei pro maior encontro musical da minha vida. Minhas esperanças ganhavam vida e minhas expectativas se enfraqueciam em prol de uma realidade que se fazia muito mais bonita do que elas e do que eu jamais poderia conceber. A cada música produzida em vozes, sopros, acordes, batidas e ruídos por Brian e sua (magnífica) banda, me via nesse quarto em que agora escrevo essas palavras tocando os discos; podia ver meu irmão mostrando “Fun Fun Fun” e “Barbara Ann” em vinis praquele moleque de ouvidos quase virgens de rock; me lembrava das doçuras e das dores amorosas embaladas pelas estrofes e refrões dos Beach Boys; me projetava no futuro ideal, em que tocarei “Wouldn’t It Be Nice” pra mulher da minha vida, pedirei “God Only Knows” pra me despedir momentaneamente dos amores e amigos, mas não sem antes expôr todo o Pet Sounds muitas e muitas vezes, anos, incontáveis anos, às crianças que hão de perpetuar por aqui minha vida e meu amor.
Ao final daquele espetáculo, só me restava ver nos olhos das pessoas - e dos meus amigos em especial – e as deixarem encontrar nos meus o brilho que resumia tudo que havíamos acabado de experimentar. Sorrisos em profusão, palavras se perdendo em definições vãs porém sempre muitíssimo bem intencionadas...enfim, alegria em seu estado mais puro.
Esse sentimento eu e meu amigo Daniel Cariello tivemos a felicidade de captar em Darian Sahanaja, tecladista e uma espécie de “capitão” da banda de Brian, ajudando-o a reger com primazia o show. O encontramos perto de um bar, fomos lá cumprimentá-lo e pedir autógrafos. Acabamos ganhando não apenas o que fomos buscar, como também um ótimo papo, confidências e impressões, alguma confiança de rever Brian em novos shows por aqui...e um novo amigo, de fato, sem fugir da real acepção da palavra. Mais um presente ganho na inesquecível noite de 7 de novembro de 2004.
Dormir foi difícil. Na mente, as lembranças vívidas, e a expectativa por um novo encontro com Brian Wilson – dessa vez numa megastore, para a tarde de autógrafos de Smile. O que dizer a ele ? Apertar a mão ou não ? Esses eram apenas dois dos muitos assuntos debatidos com os colegas que aguardaram comigo pela chegada de Brian por quase três horas. Quem visse de fora certamente enxergaria crianças em corpos de adultos, animadas, ansiosas, felizes.
Eu era a quinta pessoa da fila. A chegada de Brian foi saudada com efusivos aplausos. Aparentemente descansado, ladeado por um amigo/assistente e vários seguranças da loja, nós logo vimos que o ritual do autógrafo seria algo quase que mecânico – até porque a fila já estava bem grandinha, tendendo a aumentar, e um senhor de 62 anos não pretendia ficar ali por pouco mais do que uma hora. Mesmo tendo a confirmação disso tudo no tratamento dado pelo tal amigo/assistente às quatro primeiras pessoas, intermediando completamente o contato delas com Brian, fiz que não era comigo. É quando voltamos ao melhor pequeno diálogo da minha vida com que comecei esse texto, enriquecido pelo aperto da mão daquele que, mais do que tudo e todos, me fez querer ser músico – e pela foto tirada por Cid, o sexto da fila.
Queria ter podido falar mais, mas creio ter conseguido ser bastante eloqüente na frase que saiu de mim naquela hora. Também queria que o clima sensacional daqueles dois dias pudesse durar eternamente. Só não preciso desejar que eu volte no tempo pra rever o show de Brian Wilson.
Tecnicamente, foram cerca de 110 minutos de espetáculo. Para mim, no entanto, ele continuará para sempre.
Love & mercy,
Carlos Alexandre//
P.S.1: Esse texto também se encontra em meu blog pessoal, http://www.memso.blogspot.com.
P.S.2: Agradeço a todos os amigos, novos e antigos, que comigo compartilharam essa imensa alegria – e em especial, Ana Laura e Mariane, sempre queridas demais, amadas demais; Cid e JP, companheiros de jornada; e Daniel Cariello – cara, nós conseguimos...
Terça-feira, Novembro 09, 2004
Olha...
Ainda nesta semana eu pretendo conseguir passar um pouco da emoção, da imensa alegria que foi ver Brian Wilson ao vivo em dois momentos - o primeiro, no esplêndido show de domingo; e o segundo, na tarde desta segunda, na tarde de autógrafos do SMILE.
Deixem só eu me recuperar - e a ficha cair, nem que seja um pouquinho mais.
Espero que Cid e JP também dêem as suas impressões. Um tempinho só e eu conto como foi. E com direito a FOTO. E pra adiantar um pouquinho, teve aperto de mão, autógrafos na caixa Pet Sounds, entrevista pra MTV...e uma troca de palavras com O Mestre.
abraços,
Carlos Alexandre//
Ainda nesta semana eu pretendo conseguir passar um pouco da emoção, da imensa alegria que foi ver Brian Wilson ao vivo em dois momentos - o primeiro, no esplêndido show de domingo; e o segundo, na tarde desta segunda, na tarde de autógrafos do SMILE.
Deixem só eu me recuperar - e a ficha cair, nem que seja um pouquinho mais.
Espero que Cid e JP também dêem as suas impressões. Um tempinho só e eu conto como foi. E com direito a FOTO. E pra adiantar um pouquinho, teve aperto de mão, autógrafos na caixa Pet Sounds, entrevista pra MTV...e uma troca de palavras com O Mestre.
abraços,
Carlos Alexandre//
Sexta-feira, Novembro 05, 2004
Olá a todos!
Aos que costumam visitar esse nosso blog: notaram as mudanças ? Na verdade, de cara só se nota uma, que é justamente a inclusão da ferramenta de comentários e trackbacks (que são citações feitas ao blog em outros do gênero).
Já a segunda mudança reside na intenção inicial da criação desse espaço: uma maior constância e fluência de informações de nossa parte, e de maneira mais informal. Os assuntos ? Não apenas os shows, as viagens, bastidores etc. como também tudo o que nos julgar bacana informar. Tá na hora de fazer a coisa certa, já que - nossa máxima culpa - isso aqui sempre foi bastante subutilizado e de valor subestimado por nós da banda. Sendo assim, daqui pra frente acostumem-se com um maior volume de posts. Se não for possível uma atualização diária, pelo menos tentaremos trazer várias novidades a cada semana. Agora, é claro que queremos o feedback de vocês. Sintam-se mais do que convidados a comentar e debater conosco os assuntos por nós postados.
E já que falei em viagem no parágrafo anterior, amanhã eu, Cid e JP estaremos indo pra Sampa para ver o que certamente será O show do ano: Brian Wilson no Tim Festival. Confesso estar numa ansiedade louca. Cheguei a pensar que jamais veria ao vivo o meu maior ídolo; e saber que estou a pouco mais de 48 horas deste momento é algo que mexe comigo pra valer.E aí, alguém mais vai ?
Bom, tudo isso e muito mais eu relato na volta. No mais, bem-vindos ao novo blog do Netunos!
abraços,
Carlos Alexandre//
Aos que costumam visitar esse nosso blog: notaram as mudanças ? Na verdade, de cara só se nota uma, que é justamente a inclusão da ferramenta de comentários e trackbacks (que são citações feitas ao blog em outros do gênero).
Já a segunda mudança reside na intenção inicial da criação desse espaço: uma maior constância e fluência de informações de nossa parte, e de maneira mais informal. Os assuntos ? Não apenas os shows, as viagens, bastidores etc. como também tudo o que nos julgar bacana informar. Tá na hora de fazer a coisa certa, já que - nossa máxima culpa - isso aqui sempre foi bastante subutilizado e de valor subestimado por nós da banda. Sendo assim, daqui pra frente acostumem-se com um maior volume de posts. Se não for possível uma atualização diária, pelo menos tentaremos trazer várias novidades a cada semana. Agora, é claro que queremos o feedback de vocês. Sintam-se mais do que convidados a comentar e debater conosco os assuntos por nós postados.
E já que falei em viagem no parágrafo anterior, amanhã eu, Cid e JP estaremos indo pra Sampa para ver o que certamente será O show do ano: Brian Wilson no Tim Festival. Confesso estar numa ansiedade louca. Cheguei a pensar que jamais veria ao vivo o meu maior ídolo; e saber que estou a pouco mais de 48 horas deste momento é algo que mexe comigo pra valer.E aí, alguém mais vai ?
Bom, tudo isso e muito mais eu relato na volta. No mais, bem-vindos ao novo blog do Netunos!
abraços,
Carlos Alexandre//
